Nunca é demais relembrar: em Portugal, ao registar um recém-nascido, a lei permite que os pais escolham a ordem dos apelidos que lhes parecer mais conveniente. Nem sempre foi assim e, durante muitos e muitos anos, o último apelido era obrigatoriamente o paterno. Hoje, ainda há muita gente que desconhece este pormenor, mas também já há casais a optarem por uma ordem menos tradicional [em 2010, apenas 3% dos bebés registados tinham como último apelido o materno].
Em Espanha, a lei também está prestes a mudar. a partir de 30 de Junho, o apelido do pai deixa de ser, por defeito, o primeiro a ser registado. Na notícia, fala-se em "perda de preferência", numa tentativa de promover a "igualdade". Há uns anos, quando se começou a falar nesta hipótese, houve quem considerasse que era um "ataque frontal do Governo à família". Até me arrepio ao ler estas coisas!
Para os interessados, isto é o que diz a lei portuguesa atual a propósito dos Apelidos:





